Jovem de 20 anos estava foragido e foi localizado nesta segunda-feira (17), em Curitiba; vítima foi encontrada morta em fevereiro
Um jovem de 20 anos foi preso nesta segunda-feira (17) suspeito de envolvimento na morte do motorista de aplicativo Douglas de Souza Gonçalves, de 26 anos, encontrado morto em fevereiro deste ano, no bairro Cidade Jardim, em São José dos Pinhais.
Segundo as informações divulgadas pelas forças de segurança, o crime teria ocorrido durante uma corrida com destino ao município. Douglas foi encontrado no dia 1º de fevereiro, com uma marca de disparo de arma de fogo no rosto.
Após o crime, o autor teria fugido levando o veículo e pertences da vítima. O carro foi localizado no dia seguinte, abandonado no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, após uma denúncia anônima.
Suspeito estava foragido
De acordo com o major Anderson, do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE), as equipes de segurança trabalhavam desde fevereiro para identificar e localizar os envolvidos.
Durante as diligências, os policiais conseguiram informações sobre o veículo utilizado pela vítima. Um Logan havia sido recuperado pouco depois do crime e imagens permitiram identificar dois jovens saindo do automóvel na região do Cajuru.
A partir dessas informações, a Polícia Civil de São José dos Pinhais deu continuidade às investigações e conseguiu qualificar um dos suspeitos.
Segundo o major, havia um mandado de prisão em vigor contra o jovem, que estava sendo procurado pelas autoridades.
As equipes passaram a realizar buscas na região da Vila Autódromo, no bairro Cajuru, em Curitiba. Nesta segunda-feira, o serviço de inteligência localizou o suspeito saindo de uma residência acompanhado de familiares.
Ele foi abordado, teve a identidade confirmada e recebeu voz de prisão. Na sequência, foi encaminhado para a cadeia pública.
Suspeito nega participação
Durante a abordagem, o jovem negou ter cometido o homicídio. Segundo as informações policiais, ele afirmou que o veículo era alugado.
Ainda conforme o BPRONE, o suspeito possui antecedentes policiais e já havia sido preso anteriormente por roubo.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer a participação de todos os envolvidos e a dinâmica do crime.
O suspeito é tratado como investigado e tem direito à presunção de inocência até eventual condenação pela Justiça.
Fonte: Banda B